Turbante: simbolo de religião, atitude, moda e beleza.

Olá! Tudo bem?
Hoje o assunto é turbante. Eu particularmente adoro!!! Utilizo quando quero um visual diferente ou até mesmo quando meu cabelo não está muito legal, mas quero ficar diva. É um salvador da pátria! Acho extramente estiloso e transmite muita atitude de quem usa.

 

 
História do turbante: 

 

Não se sabe com certeza de onde vieram os turbantes. Os primeiros registros sobre uso dele foi no Oriente Médio, antes de surgir o Islamismo. Além do Islamismo é também utilizado na Índia por questões de religião e proteção (devido ao clima). Também é muito usado em Bangadesh, no Paquistão, no Afeganistão, no Oriente Médio, no Norte e Leste da África (principalmente no Quênia), no Sul da Ásia e em algumas regiões da Jamaica.
Com o tempo, o turbante foi virando um acessório de moda. Na década de 30 foi inserido na alta moda, sendo utilizado por Greta Garbo e depois, no Brasil foi popularizado por Carmem Miranda. 


Carmem Miranda


Na década de 60, foi afirmação para o movimento de orgulho negro, que se iniciou nos Estados Unidos. 
No Brasil o turbante chegou através da cultura africana e é muito utilizado pelas baianas. No primeiro bloco afro da Bahia, o Ile Aye, o turbante é um item obrigatório no figurino.
Além disso, esta peça tem muitos significados e simbolismo dentro da cultura negra. É símbolo de cultura, beleza e também de religiosidade, muito utilizado no candomblé e umbanda. 
 
Ilê Aye
Você pode utilizar de diversas maneiras: como faixa, cobrindo toda a cabeça, deixando cabelos a mostra…
Se você está começando agora, os tecidos com metragens menores serão melhores até que você pegue prática nas amarrações. Para armar mais, os tecidos de algodão são melhores. 
Mas você pode utilizar até mesmo um lenço para fazer a amarração. Quanto maior a metragem do tecido, mais volume e possibilidades de modelos.
O importante é ir fazendo, fazendo, fazendo até pegar o jeitinho e sair divando por aí.

 

Ana Perila 
Ana Perila, 25 anos, modelo. “Comecei a utilizar turbantes esse ano quando me descobri, quando descobri a minha origem, quando me descobri negra de verdade. Uso turbante por uma afirmação, acho moderno, chique e elegante. Não abro mão do meu turbante.”

 

Bella Silva

Bella Silva, 18 anos, Vlogueira do Sarará Crioulo
Ivone Dias
Ivone Dias Gomes, 22 anos, maquiadora. “Eu uso turbantes com a intenção de religar a minha ancestralidade, a minha identidade que acabou sendo abafada pela sociedade em que eu vivo, o que veio junto com o cabelo natural. A princípio eram lenços comuns, mas depois comecei a aumentar eles e por fim cheguei aos turbantes e suas amarrações que são fantásticas. A cada dia me descubro mais, descubro uma nova forma de amarrá-los. Algumas pessoas acham estiloso, mas pra mim vai muito além disso: eu não uso TURBANTE por estilo. Eu uso porque está na minha essência, na minha alma. Eu acredito na história dos turbantes, na história da África, na nossa luta pela sobrevivência da raça e acredito que o adereço Turbante ajuda afirmar ainda mais a minha identidade ancestral, pois carrego os significados no meu coração, e tenho eles como símbolo de luta e resistência”

 

Sheila André
Sheila André, 24 anos, Auxiliar de Administração: “Gosto de usar turbantes porque é um lindo acessório que eleva minha autoestima, realça minha beleza, encanta e ajuda outras pessoas a usarem também”

 

Erykah Badu


Você pode comprar tecidos em lojas e fazer o seu ou comprar em lojas que vendam prontos como  Boutique de Krioula e Xongani.

E você? Já tentou usar turbante? 
Um beijo e até o próximo post!
Fontes utilizadas: Centro Nacional de Folclore, GNT, Wikipédia, Ilê Ayê.
 
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